Não presta!?
Para aqueles que dizem que Metallica é uma bosta, só barulho e tal e coiso, cá vai: o novo “Death Magnetic” é nº1 em 25 países.
Não são 25 lojas. São 25 países. E se quiserem mais dados sobre a grandeza da banda, é só pedir.
Não presta? Pois, deve ser isso…
Escrito por Tomé Salzedas, O MAIOR :: Set.24.2008 :: Sem categoria :: 2 Comentários »







quando aqueles romenos que cantavam o dragostea ou lá o que é, estavam em primeiro lugar em não sei quantos países era devido aos bregas que compravam aquele lixo sonoro.
como agora são os metallica, pronto, já são, mesmo, os ouvidos educados que os compram. está bem visto!
os então compram com medo que os ulrich desta vida lhes dêem tau tau porque sacaram lá o disquinho pelo napster. ai ai….
(repara, eu nem é bem não gostar dos metallica. longe disso. não sou fã, é certo. o que se passa é que estive uns bons vinte e tal minutos, numa discoteca en san sebastian, a aturar aquilo – o st. anger – em altos berros – sim, aceito que não faz sentido ouvi-los com o volume baixinho – enquanto tentava escolher uns cd’s em condições para a minha viagem de regresso até casa.
não consegui, obviamente!
Estava à espera desta
Claro que muitos a comprar não é sinónimo de boa música. São as modinhas de merda que duram três meses.
Os Metallica andam cá de 1981. Ser número um já com 27 anos de carreira é obra. Mas isto digo eu. E eu tenho tendência para ser tendencioso (pleonasmo?).
A cena deles com o Napster foi uma embirração estúpida, principalmente por parte do Lars. Ele não percebeu o impacto que aquilo teria e criou uma nova imagem para o grupo. Tornaram-se os gananciosos, que só querem dinheiro. E deram-se mal. E, no entanto, vivem.
Eu, por exemplo, continuo a experimentar os álbuns antes de os adquirir. Eu compro porque gosto, mas também só o faço a preço decente. 18 euros é uma estupidez.
Concordo que o St. Anger não seja um álbum bom. Foi um álbum necessário. Visto o documentário “Some Kind Of Monster” percebe-se isso (se quiseres empresto). Uma banda à procura do caminho e em risco de se dissolver só podia fazer uma coisa assim: bruta. Foi a sua catarse. Tiveste azar se, com os teus ouvidos “Keaneados”, ouviste aquilo. Até eu, num dia de má disposição, não aguentaria.