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Polémicas

José Sócrates diz, em relação ao “caso das escutas”, que não alimenta mais polémicas.

Cesaltina Maria Guedes Polémica veio já dizer que «não faz mal, até porque o engenheiro era mau cozinheiro».

Trabalho & Amor

Da forma como vejo as coisas, uma relação é uma relação, seja ela profissional ou sentimental. Ou as duas. O que quero dizer é que a tua postura na vida profissional é revestida pelos mesmos sentimentos que existem uma relação amorosa.

Logo no início, temos um período de perfeita parvalhice – a paixão, ou tusa - em que tudo é tão belo que nem sequer percebemos que nem sempre irá ser assim.

A seguir, o namoro. Vamos conhecendo melhor o outro ou, neste caso, a empresa. Tudo ainda é belo e ainda se ri com ingenuidade.

Depois, vem o casamento, e daqui podemos seguir duas vias:
- casamento bom – em que aceitamos os defeitos, aproveitamos as virtudes e vivemos bem. Daqui só se sai quando se fica viúvo. Ou seja, quando a empresa vai à falência.
- casamento mau – aceitamos a relação como uma fatalidade. Porque tem que ser. Porque é preciso. Torna as pessoas infelizes e o divórcio é a saída mais evidente.

Eu ontem terminei o meu período de namoro. Vejamos que casamento aí vem…

Estudos da tanga

Uma notícia do, como sempre “fantástico”, Diário Digital tem como título “Homens com dedos anelares longos conduzem mais depressa“. E, acrescento eu, com base num estudo feito por mim, quem tem dedos do meio longos manda, mais facilmente, as outras pessoas para o caralho. Já não há pachorra para estas investigações da tanga.

PS – Tinha saudades de escrever. Agora que já me habituei ao ritmo de outra actividade profissional , prometo que escrevo mais. Não que alguém se importe…

Defesa do emprego

José Sócrates afirmou que «iremos até onde for possível para defender o emprego».

Em ano de eleições a observação impõe-se: a defesa do emprego de quem? Dele?

Playboy PT

A edição portuguesa da Playboy chega às bancas amanhã. Vamos, finalmente, poder bater umas em português de Portugal.

Baixar os braços

Cavaco Silva diz que país não pode “baixar os braços”. É este o título da notícia do jornal Público.

Ou seja, o Presidente reconhece que estamos, diariamente, a ser assaltados. E que, pelos vistos, é melhor deixar que nos levem o ouro todo…

Horas extraordinárias

Diz uma notícia do Diário Digital que «um paleontólogo britânico descobriu 48 novas espécies pré-históricas», isto «depois de transportar toneladas de lama até sua casa e examinar os achados durante um período de quatro anos».

Agora queixem-se quando levam umas folhas para trabalhar em casa…

mudar p’ró twitter?

Como reparam, não tenho escrito grande coisa por aqui. Não que duvide da qualidade, estou mesmo a referir à extensão da escrita. Assim sendo, porque não me mudo eu para o twitter, a nova moda microblogueira? Porque paguei este domínio, não gosto de passarinhos com ar amaricado e embirro com o w. Tanto assim é que nos endereços da Internet escrevo sempre TGCM – Teia Grande Como o Mundo – em vez do www.

Claro que nunca vou a lado nenhum, e a navegação na net é, para mim, mais uma cabotagem pelos favoritos…

Obamaflop?

A solução para todos os males iniciou funções. Barack Obama tomou posse ontem.

Estou desiludido. Hoje ainda me dói o joelho que me atormenta há dias. Dou-lhe mais um dia para resolver a situação.

Cuspir no prato

A cantora Anastacia revelou recentemente que não gosta de música. Diz ela que «a música nunca mexeu muito comigo, não significa nada. Para ser honesta, às vezes até acho irritante». Anastacia, filha, irritante é ter que te ouvir. Da tua também eu não gosto.

Diz ainda que prefere o silêncio a ouvir um CD. Nesse caso, moça, se quisesses ser intelectualóide como o zarolho do Abrunhosa, dizias que o silêncio era como um tela em branco onde pintas com a sua música. Mas não. Teve que ser assim, de chofre. Olha, ao menos foste honesta e não andaste em círculos, utilizando palavras caras, e tentando transmitir a imagem de uma coisa que não és. Estilo o zarolho acima referido.

Ainda assim, esta da cantora que não gosta de música é a mesma coisa que ter um cozinheiro que enjoa com comida, um canalizador que tem medo de água, um piloto com vertigens, ou um árbitro com alergia a dinheiro.

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